DECADÊNCIA SOCIAL

É notório a qualquer observador social, verificar o progressivo avanço da decadência social patrocinado pelo visível desprezo ético e moral, flagranteando a evidente falência Institucional, como assim estivesse assistindo no conforto da poltrona, uma projeção cinematográfica do fadado e inoperante sistema educacional brasileiro.

Este agravo social tem sido objeto há décadas, alimento suplementar e nutritivo, à promoção pessoal e ascensão política e financeira a muitas facções, grupos e monopólios, gerando no universo das classes sociais, um desanimo dos direitos e deveres como cidadão.

Todo este apanhado de questionamentos, tem produzido nos últimos 20 anos, uma corrida desesperada de sobrevivência para manter o status social de muitas classes, outrora perdido pela avalanche do desgaste financeiro decorrido com a queda monetária e principalmente, diante acelerada defasagem salarial e desemprego, ocasionando um exaustivo desafio ao Instituto Família, gerando separações, suicídios, internações psiquiátricas e principalmente, desajuste familiar, o qual tem levado milhares de jovens á dependência química e alcoólica.

Todo este prognóstico está assentado, oriundo preliminarmente, na responsabilidade do agente público, no papel do professor, que aparentemente, fazendo uso da desonestidade e falta de ética, aceita os argumentos das editoras, vindo á adotar livros de duvidosa qualidade e tímido aprofundamento pedagógico, apenas com o intuito de “levar vantagem”, recebendo em contrapartida, livros para seus filhos que estudam em escolas particulares, fato lamentável e vergonhoso, pois caso contrário, nosso acervo literário seria muito bem dotado com maior enriquecimento técnico e pedagógico, orientando, ensinando e promovendo a Prevenção á dependência química, alcoólica e outras muitas.

Toda esta discrição vem se agigantando no lar, onde os pais por necessidade de manter o padrão de vida, trabalham incansavelmente dois longos expedientes, deixando os filhos sob a guarda de muitas pessoas inescrupulosas e descomprometidas, os quais se tornam pais adotivos involuntariamente, onde em verdade, não passam de promotores da dissociação familiar, fazendo com que os filhos batam á porta da dependência química e alcoólica, buscando adoção para seus mais diversos conflitos comportamentais e sociais, estigmatizados na confusa e alheia mente de um jovem adolescente no abismo da alienação da dependência.   

Todo este descalabro social aqui ventilado vem empurrando bem para dentro do escuro abismo da dependência química, centenas e milhares de jovens e adolescentes, safenados pela sutil e evasiva presença física e moral dos pais, que preocupados apenas com a manutenção do status social do que com a formação da personalidade dos filhos, investe pesadamente em uma infinidade de cursos alternativos, pensando equivocadamente, está fazendo um laboral investimento educativo e social
ao complementar o Ensino básico, mas em verdade, não passam de ferozes torturadores da adolescência, encobrindo falhas de sua ausência através do compensado instrumento mais usado pela classe social emergente, a
educação alternativa, coadjuvante e parceiro fiel de suas descabidas falhas no descumprimento do papel de pais e natos educadores.

O mais agravante de todo este episódio, tem se verificado na fluente demanda de renomados operadores sociais, que apadrinhados pela desova financeira em seus gigantes monopólios educacionais, resistem a todos os abalos das proposituras filosóficas de depuração moral e ética, convictos da sua sabedoria de aluguel, que o fato de maior relevância é a auto-suficiência empresarial, contemplado pela visível ignorância do naipe social emergente, atenuando o pesado fardo de sua culpabilidade perante o mitológico deus da riqueza grega “Pluto”, mestre e provedor de sua arrogância material ao bem-estar-comum de sua obesa conta bancária. 

Já outros operadores sociais mais arrojados, debutantes das inúmeras e congestionadas faculdades de rua do país, resistem também, com seu aguçado temperamento duvidoso da sabedoria acadêmica, acreditando que a arte da ciência filosófica, deve limitar apenas na feitura das celebres citações e enunciações poéticas, esquecendo de lembrar, que a arte cientifica da filosofia, é cosmopolita na acepção filosófica universal. 

Portanto, é constituída de Alma, Espírito e Matéria, conta com uma instrumental inspiradora sabedoria, que navega em todos os oceanos e mares das artes, da informação, do esclarecimento, da pesquisa, da aprendizagem e das soluções.

É alma e espírito quando ainda em estado abstrato, a partir em diante, posto em prática, se torna um riquíssimo e refinado objeto materializado visto e apreciado por todos nas descobertas farmacológicas, metal-mecânica, informática, nas engenharias aeronáuticas, navais e terrestres, nos laboratórios científicos da medicina genético-molecular e alimentícia, além de muitas outras importantes atribuições humanitárias, sociais e religiosas.  

O fato mais intrigante e abusivo de todo o pensamento e leitura da gestação conflitante da sociedade emergente está assentado no seu consciente entendimento, que a dependência química e alcoólica seja uma doença, até ai tudo bem.

No entanto, por visível ignorância da matéria, diante da complexidade do assunto, desconhece que mesmo não sendo uma doença infecciosa, é extremamente contagiosa e patologicamente social, envolvendo situações de ruína moral, física e espiritual, além de incalculáveis prejuízos financeiros e econômicos, sem contar com um elevado número de problemas de caráter imprevisíveis, diante de a progressividade representar uma crescente evasão escolar, atingindo o ambiente do lar, no trabalho na escola e na sociedade, algo difícil de tratar, quase impossível de resolver e penoso para recuperar.

O PAPEL NA NOÇÃO DO EQUILÍBRIO

                 A noção do equilíbrio emocional coloca dois aspectos básicos e fundamentais a serem tratados; o primeiro indaga sobre a noção de equilíbrio no trato da personalidade e o segundo como se explica a origem do próprio equilíbrio da personalidade.

O filosofo, Jean Piaget, dedicou parte de sua vida ao estudo da teoria da aprendizagem e do desenvolvimento da criança e do adolescente, centrado na descoberta sistemática da evolução mental, tendo sua consideração motivada tantas outras novas idéias sobre o equilíbrio na aprendizagem e formação da personalidade, desenvolvimento do caráter como problemas epistemológicos, que significa na verdade o estudo crítico das hipóteses relacionado à conduta do inconsciente do individuo em processo de formação personal no ambiente da familia ajustada.

Ressalta do ponto de vista adotado pela a maioria das pessoas de classe média, que o equilíbrio é formado a partir da estabilização da conduta ajustada em familia, enfatizando que a aprendizagem aplicada na vida, encontra equilíbrio somente na conduta estável em familia, enquanto o desenvolvimento adquirido está associado aos fatores internos e externos da hereditariedade do meio físico e meio social, formando assim, um conjunto de três fatores clássicos para o desenvolvimento do conceito do equilíbrio emocional na formação da personalidade e fortalecimento do caráter social.   

Podemos sugerir para o aquecimento teórico, que o equilíbrio apresenta no exercício prático dos termos dinâmicos da familia a conhecida função da entropia, nos exercícios repetitivos de aprendizagem, são conhecidas como funções fenótipos, organizadas como estado espacial e energético da aprendizagem tradicional estabilizada na convivência sem rejeição afetiva para o início da construção personal.    

Renomados autores explicam suas teorias de diferentes formas, detalhando o conceito epistemológico, como meio mais fácil para se adquirir uma conduta estável de uma pessoa vitimado por desordem emocional, ligando os fatores cognitivos da percepção e da inteligência relacionado ao estudo genótipo, responsável pela constituição genética, como canal avaliativo da complexidade do equilíbrio emocional tolerante.  

Fato que podemos declinar, segundo as nossas convicções assentadas nas hipóteses apresentadas, que a aprendizagem contida na construção para desenvolvimento do equilíbrio emocional em familia, ou seja, a formação da personalidade absorve uma comunhão pacifica de conduta motivada por força de um estado de inexistência de rejeição afetiva, amparada com exercício prático da elevação dos valores éticos e morais, reverenciando continuamente o hábito da reanimação do respeito a si mesmo o qual respectivamente é reproduzido ao ambiente social externo.

 Em modos práticos, a construção da personalidade sofre grande influência embrionária do ambiente familiar, caso tenhamos um ambiente hostil, confuso e desajustado em familia, possivelmente teremos pessoas vitimadas pela dependência química alcoólica, ou mesmo segregadas a um estado inibidor aos deslizes sociais e profunda timidez comunicativa.

 

DOCE ILUSÃO

No limiar da ilusão do poeta escritor,

O que prevalece na escritura é um sentimento do imperfeito amor,

Despido de decência, incorrigível de rebeldia e pudor,

Contido na paixão do pulsar quente do seu amor,

Exilando uma forte essência de uma louca paixão,

Sem juízo, sem idade, cega e sem cor,

Tudo envolto de um misterioso caso de amor,

Não importa se é moça donzela, mulher formosa ou você bela,

Quero exorcizar o desejo louco de te amar,

Correndo risco e desejando insanamente te habitar,

Um amor louco obstinado de tanto pensar um dia te cavalgar,

Na dança do galope do escritor libertino,

Não importa o risco, o sentimento nem a dor,

O que prevalece é o verdadeiro momento do amor,

Para um dia de ver escrever, falando baixinho do nosso amor.